sexta-feira, 1 de abril de 2011

Turnê - Brisbane/Austrália - QPAC Concert Hall - 28/03/2011

Cyndi Lauper finalmente chega a Austrália com a turnê Memphis Blues após passar pela América do Norte/Sul e Ásia. A primeira apresentação da nova turnê aconteceu dia 28 de março, noite de segunda-feira, na casa Queensland Performing Arts Centre Concert Hall, em Brisbane.
Lauper aproveitou para retomar a cabeleira vermelha encaracolada, pois desde os últimos shows nos Estados Unidos não usado a mesma. O visual preto, calça e blusa manga longa de couro também não ficou de fora.
A surpresa da noite ficou por conta do músico e gaitista Charlie Musselwhite, que já havia participado de diversos shows da tunê na perna americana.

Músicos 
Charlie Musselwhite - gaita (convidado especial)
Stephen Gaboury - teclados
Bill Wittman - baixo
Willie Toles - violão
Stephen Potts - bateria
Archie Turner - teclados 


Cyndi Lauper e o primeiro show da turnê Memphis Blues na Austrália


Don't Cry No More

Girls Just Wanna Have Fun

Girls Just Wanna Have Fun

True Colors

quinta-feira, 31 de março de 2011

Antes de iniciar shows na Austrália Cyndi Lauper se apresenta em programa de TV

Prestes a iniciar a turnê Memphis Blues na Austráila, em oito apresentações, Cyndi Lauper já na terra do canguru, fez algumas aparições na televisão australaina para promover a turnê e album de blues. Em Sydney, cidade mais populosa do país, Lauper se apresentou no programa Today Show, na manhã de 25 de março, quinta-feira, no Goddard Park, localizado no subúrbio de Concord.

Nos bastidores

Aquecimento

Time After Time

Don't Cry No More

True Colors

Girls Just Want To Have Fun

Girls Just Wanna Have Fun


Depois da América e Japão, Cyndi Lauper leva turnê a Austrália

Depois de levar a turnê Memphis Blues aos continentes da America (Estados Unidos, Canadá, Uruguai, Brasil, Chile e Argentina) e Ásia (Japão), Cyndi Lauper chega com a bem sucedida turnê na Oceania, mais precisamente na Austráila, onde tem oito apresentações agendadas (veja abaixo) entre os dias 28 de março e 09 de abril.
A cantora australiana Casey Donovan deve participar como convidada especial em cinco shows. Dia 31 de março e 01 de abril em Sydney, dia 02 em  Newcastle, e 08 e 09 de abril em Melbourne. 
A turnê Memphis Blues teve início em 25 de junho de 2010 (veja aqui!), quatro dias após o lançamento do disco homônimo.

Oito shows agendados na Austrália

Casey Donovam convidada especial em cinco shows

quarta-feira, 30 de março de 2011

Turnê - Shibuya/Tóquio/Japão - Orchard Hall - 16/03/2011

A cidade de Shibuya em Tóquio/Japão recebeu o primeiro de três shows agendados de Cyndi Lauper dentro da turnê Memphis BLues. A apresentação da roqueira foi na casa de shows Orchard Hall que esta localizada no complexo de entretenimento Bunkamura, dia 16 de março, quarta-feira, e contou com a participação do músico japonês Toku.

Músicos 
Toku - fliscorne (convidado especial)
Stephen Gaboury - teclados
Bill Wittman - baixo
Willie Toles - violão
Stephen Potts - bateria
Archie Turner - teclados

Setlist
Just Your Fool
Shattered Dreams
She Bop
Early in the Mornin '
All Through the Night
Lead Me On
Crossroads
Down Don't Bother Me
Don't Cry No More
Good Enough
Change of Heart

Don't Wanna Cry
Girls Just Want to Have Fun
Time After Time
Shine

True Colors


Ingresso para primeiro show da turnê Memphis Blues em Tóquio

Cyndi Lauper faz primeiro de três shows na casa Orchard Hall

terça-feira, 29 de março de 2011

Casa de shows onde Cyndi Lauper apresentou duas tunês é eleita a melhor

A casa de shows Via Funchal responsável por receber Cyndi Lauper nas duas últimas turnês mundiais foi eleita a melhor casa de shows de São Paulo pela revista Veja São Paulo. Lauper se apresentou na casa em 2008 com a turnê Brink Ya To The Brink World Tour, e em 2011 com a Memphis Blues World Tour.

Cyndi Lauper em 2008 na Via Funchal

Cyndi Lauper em 2011 na Via Funchal

Confira abaixo a matéria na integra.

As melhores casas de show de São Paulo

VEJA SÃO PAULO convidou um júri para avaliar a estrutura de dez endereços. O resultado: vários acertos e algumas desafinadas

Via Funchal: ponto de parada para shows de grandes turnês gringas
Ainda estamos um tanto longe do segundo semestre, época em que o paulistano faz todo um planejamento para ver se terá tempo, e principalmente dinheiro, para acompanhar a frenética movimentação de shows internacionais na cidade. Há, entretanto, um “mini-novembro” se esboçando já em abril, com atrações como a dupla Roxette, o ex-Bee Gees Robin Gibb, a banda alternativa The National e o roqueiro Slash. É um bom momento, portanto, para analisar a estrutura dos lugares que abrigarão esses e outros artistas.

VEJA SÃO PAULO avaliou as quatro mais importantes casas de shows e seis espaços de menor porte de dedicação exclusiva à música, que, juntos, somaram 1,5 milhão de espectadores em 1.800 apresentações no ano passado. Eles foram pinçados de um universo que comporta desde palcos minúsculos, em que semi-amadores atacam de voz e violão quase secretamente, até estádios que abandonam por algumas horas sua vocação esportiva para hospedar performances de astros do pop. Para se ter uma ideia do tamanho desse mercado, só em 2010 a revista publicou informações sobre 2.109 shows em 85 endereços. Houve uma seleção, que leva em conta relevância artística e popularidade e, portanto, deixa parte da programação musical de fora.

Pelos nossos critérios, não foram considerados na avaliação desta reportagem os locais destinados a grandes espetáculos a céu aberto, como o Estádio do Morumbi ou a Arena Anhembi, usados apenas esporadicamente, nem salas onde há também apresentações de outras artes, caso do Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, do Teatro Bradesco, no Bourbon Shopping, e da Sala São Paulo, dedicada apenas à música clássica.

Convidamos então cinco jornalistas especializados para julgá-los ao lado do repórter e crítico de música de VEJA SÃO PAULO, Pedro Ivo Dubra. Notas de 1 a 5 foram atribuídas a sete quesitos, com pesos diferentes. A deputada federal Mara Gabrilli, tetraplégica há dezessete anos e frequentadora de espetáculos, aceitou dar um depoimento sobre a acessibilidade dos endereços com capacidade para mais de 1.400 pessoas.

OS 3 MELHORES DAS GRANDES CASAS DE SHOWS

1º lugar - Via Funchal
2º lugar - Citibank Hall
3º lugar - HSBC Brasil

OS 3 MELHORES DOS ESPAÇOS MENORES

1º lugar - Auditório Ibirapuera
2º lugar - Bourbon Street
3º lugar - Teatro Fecap

Prova de que tamanho nem sempre é documento, o Credicard Hall, a maior das grandes casas, que pode receber até 7.000 espectadores em pé, amargou a última colocação entre as quatro avaliadas. Já na noite de sua inauguração, em setembro de 1999, o cantor João Gilberto reclamou do som em uma vaiada apresentação que entrou para a história. “A casa nasceu com o estigma de problemas acústicos e nunca resolveu muito bem essa questão”, diz Jardel Sebba, editor da revista PLAYBOY e crítico musical há dez anos.

Apesar dos pesares e por causa do grande porte, essa categoria, em que se encaixam ainda o Citibank Hall, o HSBC Brasil e o Via Funchal, acaba saindo na frente na hora de disputar as turnês mais cobiçadas. Com os astros no cartaz, os valores de seus ingressos sobem às alturas. No ano passado, por exemplo, as duas apresentações do tenor espanhol José Carreras — tecnicamente, concertos de música erudita — chegaram a 900 reais no HSBC Brasil. “Não somos nós que oneramos o preço das entradas, mas um conjunto de fatores que envolve alta quantidade de meias-entradas, impostos, exigências dos artistas, aluguel de equipamentos...”, afirma o programador artístico Elvis Patez.

Outro fenômeno que deixou os ingressos mais salgados nos últimos anos foi a proliferação da chamada “pista vip”, cercadinho na cara do palco. “O nosso conceito de área vip difere do estrangeiro”, afirma Sérgio Martins, crítico de VEJA. “Aqui acaba sendo apenas ficar mais na frente. No show do Blue Man Group em Nova York, por exemplo, o maior preço incluía o ‘meet and greet’, uma espécie de sessão de autógrafos com o artista, o que é verdadeiramente um serviço a mais.”

Na lanterna do grupo dos “espaços menores”, onde não costuma existir essa história de pista vip, o point dos descolados Studio SP, no Baixo Augusta, também não agradou ao júri. No quesito atendimento, angariou apenas 1,6 dos 5 pontos possíveis. Um bom sinal de que de nada adianta o artista se esmerar em cima do palco se a brigada entrega um serviço antipático. “A melhor coisa que o Studio SP tem é a programação, que merece aplausos”, afirma José Flávio Júnior, crítico da revista BRAVO! e locutor da rádio Oi FM. “Os seguranças são grosseiros e é tarefa difícil circular pelo salão, que costuma estar lotado. Com isso, a experiência vai por água abaixo.”

Reclamações quanto ao acesso aos endereços musicais também pipocaram entre os jurados. Se no caso do Studio SP os engarrafamentos do seu entorno boêmio no fim de semana são bastante irritantes, as grandes casas acabam se tornando alvo de queixa por causa do preço do estacionamento e da demora do valet na hora da retirada do veículo. Esse serviço não sai por menos de 30 reais (o equivalente ao ingresso de um show no Auditório Ibirapuera) e a espera pode levar até uma hora.

A localização e os horários dos espetáculos também foram criticados. “As casas maiores ficam longe do metrô e têm um acesso ruim por ônibus”, destaca Martins. “Além disso, realizar shows que terminem a tempo de pegar transporte público, algo corriqueiro em Nova York ou na Europa, parece impossível.”

Ir à apresentação de táxi ou no próprio carro acaba então sendo quase sempre a opção do público. Segundo Rodrigo Demarco, diretor operacional do HSBC Brasil, o estabelecimento recebe aproximadamente 600 veículos por noite. “Temos quatro pátios de estacionamento comandados por empresas terceirizadas”, diz. “O valor de pagamento é baseado no que cobra a concorrência e na valorização dos terrenos da região.” Para tentar evitar a demorada espera na hora da saída, a casa serve café com biscoitos na esperança de que nem todo mundo vá reclamar a sua chave ao mesmo tempo. Um pouco de música para os ouvidos da plateia paulistana, acostumada a algumas desafinadas.

Revista Veja São Paulo - Edição Nº 2210 Veja aqui!